UX Strategy by Jaime Levy — PDF download

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  • #5957 返信

    Ashley Sayler

    UX Strategy
    How to Devise Innovative Digital Products That People Want

    by Jaime Levy

    🔍 UX Strategy ~ Read More 🔍

    • Format: paperback, 312 pages
    • Author: Jaime Levy
    • First published: October 14, 2014
    • Language: english
    • Release date: June 1, 2015
    • Publisher: O’Reilly Media
    • Genres: design, business, technology, programming, unfinished, software
    • ISBN: 9781449372866 (1449372864)

    About The Book

    How do you bridge the large knowledge gap between user experience design and business strategy? This practical book introduces lightweight strategy tools and techniques that will help both your design team and your client come to a shared understanding of the digital product you want to build.

    With this step-by-step guide, you’ll learn how to achieve online success by focusing on customer discovery techniques and disruptive innovation that offers more value than existing market alternatives. You’ll get several case studies, including Airbnb, along with interviews with UX strategists from different work environments (startup, agency, and enterprise) about their roles and experience.

    With this book, UX designers, product stakeholders, and startup founders will learn how to:

    • Conduct a competitive analysis on the online marketplace

    • Perform guerrilla user research for your MVP

    • Design for conversion and develop a funnel matrix for understanding customer acquisition

    • Extract innovative online opportunities from market research

    • Validate customer research with continuous feedback loops

    • Adapt traditional and contemporary business approaches (such as Lean Startup) to implement a successful strategy

    EPUB book UX Strategy download for Kindle on IndieBound. FictionBook ebook UX Strategy Jaime Levy read. Hardcover UX Strategy.

    #7880 返信

    allik33

    Às vezes, a gente passa tanto tempo correndo atrás de coisas que parecem importantes, que esquece do que realmente faz a vida valer a pena. Eu sempre fui um cara de metas, de objetivos claros, daqueles que quando acordam já sabem exatamente o que vão fazer em cada hora do dia. Minha rotina era meticulosamente calculada, e não sobrava espaço para desvios. Mas, no fundo, o que eu não contava é que essa rigidez toda estava me afastando das pessoas que eu mais amava. Minha filha, por exemplo, já não me pedia mais ajuda com os deveres de matemática, porque sabia que minha resposta seria um “estou ocupado” seco, seguido de uma desculpa qualquer. Minha esposa já nem tentava puxar assunto sobre o dia dela, porque sabia que meu olhar estaria pregado na tela do computador ou nas planilhas que eu levava para casa. O pior é que eu percebia isso, sentia um peso no peito toda noite, mas não sabia como sair daquele ciclo. Foi então, numa dessas noites em que a casa estava em silêncio e a solidão parecia ter um eco, que resolvi abrir um site de jogos que um colega de trabalho tinha mencionado durante um café, meio de brincadeira.

    Não foi por acaso, eu acho. Na verdade, aquele colega tinha contado uma história engraçada sobre uma noite em que ele e a esposa passaram rindo enquanto jogavam juntos, e como aquilo tinha quebrado o gelo entre eles. Na época, eu ignorei, porque minha cabeça estava cheia de números e prazos. Mas, naquela noite específica, a lembrança voltou com força. Pensei: “Por que não? Não custa tentar.” Criei uma conta na plataforma que ele indicou e, para minha surpresa, o processo foi tão simples que até desconfiei no começo. O design do site era leve, os sons eram agradáveis, e, ao invés daquela atmosfera pesada de cassino que a gente vê nos filmes, havia uma vibe quase de videogame, colorida e amigável. Fiz um pequeno depósito inicial, mais como um teste, e me aventurei em alguns jogos simples. No início, foi só para mim, uma forma de distrair a mente depois de um dia exaustivo. Mas, uma semana depois, já estava mais confiante e, num impulso, comentei com minha esposa sobre aquela novidade. Esperava um olhar de reprovação, mas, para minha surpresa, ela mostrou curiosidade. “Me mostra como funciona”, disse ela, com um sorriso discreto. E foi assim, quase sem querer, que o universo das apuestas bitcoin entrou na minha vida familiar de um jeito que eu nunca poderia imaginar.

    Passamos a primeira noite juntos em frente ao computador, rindo das minhas tentativas frustradas de explicar as regras. Ela, que sempre foi mais intuitiva do que eu, começou a fazer escolhas que eu achava malucas, mas que, por algum motivo, funcionavam. Foi uma reconexão genuína. Pela primeira vez em muito tempo, esquecemos as contas, o cansaço, as cobranças do dia a dia. Estávamos ali, apenas nós dois, dividindo a expectativa de cada giro, a ansiedade antes do resultado, a explosão de alegria quando algo dava certo. Até nossa filha, que estava no quarto ao lado, entrou para ver o motivo de tanta gritaria. Achou graça, sentou no chão ao nosso lado, e, de repente, o que era um passatempo solitário virou um evento familiar. Não me entendam mal, não estava jogando grandes fortunas, eram apostas pequenas, simbólicas, que cabiam no orçamento. O valor não era o importante; o que importava era o tempo que estávamos passando juntos, a forma como cada pequena vitória era celebrada como se fosse um gol de placa, e cada derrota, uma piada que a gente guardava para contar depois.

    Um dos momentos mais marcantes dessa nossa nova rotina aconteceu num sábado chuvoso, quando a cidade parecia parada e nós três estávamos grudados na tela, numa competição amigável para ver quem conseguia a maior sequência de acertos. Minha filha, esperta como só ela, descobriu uma estratégia num fórum qualquer e começou a aplicar, com uma seriedade cômica, enquanto minha esposa a provocava, dizendo que o segredo estava na intuição, não em fórmulas. E eu, no meio daquela confusão gostosa, me peguei pensando como havia deixado passar tantos anos sem aquela leveza, sem aquele riso solto que ecoava pela sala. Naquela noite, não ganhamos nada extraordinário, mas o saldo da nossa alegria estava nas alturas. Decidimos até fazer uma pausa para um chocolate quente, e enquanto preparava as xícaras, ouvi minha filha dizer: “Pai, a gente podia fazer isso todo fim de semana.” E eu, com a voz embargada por uma emoção que não esperava, respondi que sim, que a partir daquele dia, aquele seria o nosso ritual.

    Com o passar das semanas, percebi que minha relação com os jogos tinha mudado completamente. Não era mais sobre o dinheiro, e sim sobre aquele espaço de conexão que criamos. Aprendi a administrar meu tempo de forma mais equilibrada, e quando entrávamos na plataforma, era com uma energia diferente, de quem busca diversão e não fuga. Houve uma noite em particular, no entanto, que ficará gravada na minha memória para sempre. Estávamos numa sequência de vitórias pequenas, e minha esposa sugeriu que tentássemos algo mais ousado, com um valor um pouco maior, como quem diz “vamos ver no que dá”. Minha filha torceu o nariz, mais cautelosa, mas acabou cedendo. Colocamos a aposta, eu apertei o botão, e os três prendemos a respiração. Quando o resultado apareceu, não acreditamos. Tinha sido um acerto tão preciso que multiplicou nosso saldo por várias vezes. Não foi uma fortuna que mudasse a vida, mas era suficiente para, digamos, realizar um sonho que tínhamos adiado: uma viagem em família para a praia, com direito a tudo o que sempre quisemos. O abraço que demos foi tão apertado que eu senti cada batida do coração delas contra o meu. Era como se o universo tivesse validado aqueles momentos que estávamos investindo uns nos outros.

    Na semana seguinte, fizemos a viagem. E, olha, foi simplesmente perfeito. Lembro de estar deitado na areia, vendo minha filha correr em direção ao mar e minha esposa rindo ao meu lado, e pensando como uma simples experiência digital pôde nos trazer de volta para um lugar tão real e tão bonito. Durante as noites na pousada, a gente até tentou jogar algumas partidas no celular, mas a conexão era ruim, e rimos da ironia de estar num paraíso e ainda tentar recriar a magia de casa. Mas a verdade é que a magia não estava na tela, estava no fato de que tínhamos redescoberto o prazer da companhia um do outro. Quando voltamos da viagem, sentimos que algo tinha mudado para sempre. A casa parecia mais viva, os jantares mais animados, e a rotina, que antes era um peso, agora tinha um ritmo mais suave.

    Claro que continuei jogando, eventualmente, mas sempre com a mentalidade de que aquilo era um hobby compartilhado, não uma obsessão. Em uma das nossas sessões, minha filha, que tinha se tornado uma verdadeira estrategista, me ensinou um truque num jogo de cartas que ela havia descoberto em vídeos online. E, confesso, a sensação de ser surpreendido pela própria filha, de ver o brilho nos olhos dela ao explicar alguma coisa, foi uma das maiores recompensas que eu poderia ter. Essa experiência me ensinou que, muitas vezes, as melhores coisas da vida surgem de onde a gente menos espera. Não planejei me reconectar com minha família através de um jogo de azar, mas foi exatamente o que aconteceu. E, no fim das contas, o maior ganho que tive foi perceber que a verdadeira sorte não está nas apostas que fazemos, mas nas pessoas com quem escolhemos compartilhar a vida.

    Hoje, quando olho para trás, vejo que aquele site era apenas um cenário, um palco onde a nossa história familiar ganhou um novo capítulo. Não foi o jogo que me salvou, mas a decisão de abrir mão do controle, de me permitir ser bobo, de rir sem motivo e de aceitar que a vida não é uma planilha. Cada giro, cada aposta, era uma metáfora para aquilo que a vida nos ensina: que a gente precisa arriscar, sim, mas que o valor maior está no caminho, nas pessoas que seguem conosco. E quando me perguntam sobre essa fase, sobre como comecei a jogar, eu costumo falar sobre a experiência de tentar as apuestas bitcoin, mas sempre enfatizo que o prêmio real foi ver minha família unida de novo, sentada ao meu redor, rindo de um erro bobo ou vibrando com um acerto inesperado. Isso não tem preço. E, se tem uma coisa que eu desejo a quem está lendo isso, é que encontre sua própria forma de reconectar, mesmo que ela venha disfarçada de uma tela brilhante e uma música animada. Porque, no fim, a vitória mais doce é aquela que a gente divide com quem ama.

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